Os selantes do mercado, compostos à base de GLICOL, são tóxicos e corrosivos, por isso afetam negativamente a composição química do interior do pneu em detrimento de sua vida útil, ressecando-o com o tempo e rachando-o de dentro para fora.
Esse mesmo Monoetilenoglicol, exposto à altas temperaturas, acaba aderindo à borracha do pneu, sendo muito difícil de ser removido e o pior, impedindo que ele possa ser reformado.
Por outro lado, os reformadores de pneus rejeitam produtos com GLICOL porque, ao serem colocados na autoclave, que é onde a nova banda de rodagem é colada, eles estouram dentro da máquina.